terça-feira, 16 de junho de 2015

Entrevista: Integrantes da banda Ennox falam sobre a Fenadoce

                Henrique Padilha (esquerda) e Vinícius Vasques (direita)               Foto: Laura Marques, arquivo pessoal

Na noite de três de maio deste ano, dois integrantes da banda pelotense Ennox trouxeram, mais uma vez, música para Fenadoce. Henrique Padilha (voz e violão) e Vinícius Vasques (bateria) tocaram covers e músicas autorais no palco da Cidade do Doce e, no fim da apresentação, concederam à equipe do blog Muzic Generation uma entrevista para contar um pouco sobre a experiência de anos que os músicos possuem com a feira. Leia a entrevista abaixo e confere também o nosso vlog em que a dupla aparece!

Equipe: Essa não é a primeira vez que vocês se apresentam como dupla, aqui no palco da Cidade do Doce. Como é a experiência de trabalhar com os organizadores da Fenadoce?

Henrique: Hoje viemos mais uma vez como dupla. Normalmente, a banda completa é convidada para se apresentar no palco principal da praça de alimentação. Como dupla, a gente toca na Cidade do Doce, que possui um palco menor. A banda Ennox existe desde 2007 e faz uns cinco anos que a organização do evento nos chama pra tocar tanto no palco principal como no de hoje. Sempre fomos bem tratados pelos organizadores ou pelo pessoal que cuida do som e da iluminação. Em geral, é um prazer tocar tantas vezes num evento que só acrescenta a Pelotas.
Vinícius: A organização foi muito bem feita. Apesar de a gente encontrar, algumas vezes, problemas com a saída de som, não é nada que acabe atrapalhando o nosso trabalho.


 Equipe: Comparando os outros anos que vocês tocaram na fenadoce com este, quais são as diferenças notáveis?

Henrique: A grande diferença é que neste ano ficamos mais íntimos da plateia. No palco da Cidade do Doce isso já acontecia – aqui as mesas e cadeiras ficam bem próximas de nós, os visitantes passam e conseguem nos escutar de perto – mas, no palco principal da praça de alimentação, quando tocamos com a banda Ennox, isso não acontece. Neste ano a organização apostou em um segundo palco, que fica no meio do espaço de alimentação. Ele é mais baixo e isso aproxima a música das pessoas que estão nos restaurantes, por exemplo.


Agradecemos os membros da banda pela entrevista! 
Fontes: arquivo pessoal

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